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O que fazer em São Paulo - Dia 2

Updated: Sep 23, 2019

Meu segundo dia em São Paulo começou com um café da manhã no Starbucks da Rua Augusta, que segundo eles é um dos mais parecidos com os americanos. Sinceramente não vi muita diferença não.

A Globo apareceu por lá , enquanto eu estava no subsolo comendo, para entrevistá-los sobre o evento do outro dia. Estavam todos cheios de aparatos e coisa e tal ... parti antes de aparecer na tv...comendo,rs!


Fiquei olhando pelo aplicativo, em que o site do ônibus turístico sugere, para tentar pegá-lo. Enquanto isso, tentei ir ao Instituto  Moreira Sales, mas quando estava entrando, o ônibus estava vindo, e sai. Ele parou para mim no lugar errado( eu não estava não parada dele mas quebraram meu galho). O valor é 40 reais e é válido por 24 horas mas como teria um grande evento na Paulista no outro dia ,ele não funcionaria. Passa em torno de 3 vezes ao dia mas essa parte ainda tem muito o que melhorar!


Peguei na Avenida Paulista e seguiu em direção ao bairro da Liberdade. Passou pelo Parque do Ibirapuera e optei por descer no Pátio do Colégio, no centro da Cidade.



Lá é considerado o marco zero, onde a cidade foi fundada pelos jesuítas. Existe um pequeno museu e é legal pois tem um área verde,como um jardim -fechado- que funciona como um oásis meio ao caos da Região central de São Paulo . De lá, a pé, segui em direção ao Mercadão mas parei antes em alguns lugares interessantes que fui achando pelo caminho .

A primeira parada foi no CCBB, que assim como no Rio , a entrada é gratuita mas tem exposições mais simples, por ser menor. Sempre vale dar aquela passadinha básico em qualquer CCBB .



Depois disso , tentei subir no Farol Santander mas os horários estavam lotados e só tinha vaga bem mais tarde, preferi voltar no dia seguinte na hora do pôr-do-sol. Continuando a andar acabei chegando na região da 25 de março que preferi não ficar muito por lá, pois estava com câmera e tal e vive cheia. Após isso, finalmente cheguei ao Mercado e pude comer um bom pastelão com caldo de cana!



Resolvi tentar pegar o último horário do busão de Turismo , lá no Pátio do Colégio novamente, mas como é bem bagunçadinho esperei bastante e pelo jeito acho que perdi ou ele não passou mesmo. Dai acabei pegando um Uber para a Pinacoteca ( com a entrada do ônibus turístico você não paga a entrada, mas de qualquer forma , aos sábados , a entrada é gratuita para todos ).



A Pinacoteca foi um dos lugares que mais me chamaram atenção e mais recomendo! Vale a visita já pela arquitetura toda de tijolinhos , que remete a algo em ruínas . Mas ele também é interessante pelas suas exposições temporárias e permanentes! E agrada tanto crianças quanto adultos.


Depois de lá, já eram umas 18h e resolvi voltar ao hotel mas me lembrei que pelo evento no domingo, o MASP não abriria e segunda, meu último dia, também não . Como ele é um dos poucos que fecham mais tarde( as 20h ) resolvi tentar ver a exposição da Tarsila pelo menos depois dali.



Me disseram que em geral o MASP não é de muita fila mas com a exposição da Tarsila do Amaral a fila estava virando quarteirão há vários dias. No site do ônibus turístico dizia que eu teria que pagar o preço normal mas poderia ‘furar a fila’ no MASP, então aproveitei disso aí para tentar entrar. Quando cheguei a menina disse que nunca soube dessa regra e iria perguntar para outra , que também não conhecia . Como na hora não me lembrei que foi no site que li acabei indo para a fila, chegando lá me lembrei e mostrei para elas que mesmo achando estranho deixaram eu furar a fila (elas acham que alguém escreveu errado MAM ou simplesmente fui a primeira que vi essa regra) .


A exposição é super completa e gastei boa parte do meu tempo nela. A coleção permanente também tem peças de artistas bastante renomados e mesmo que corrido valeram meus 30 reais.

Depois de fechar o MASP fui procurar um lugar para comer na Paulista e correr para minha caminha no hotel pois para quem tem zero preparo físico bati meu recorde,rs.